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ÓLEO DE CÔCO E AZEITE - AS MELHORES GORDURAS





Quando pensamos em óleos, pensamos em gordura e colesterol. A causa está na qualidade do óleo, a matéria prima usada e o tipo de tratamento industrial sofrido.
Assim, surge a dúvida relativamente à melhor opção para temperar e para cozinhar. 
Os óleos são formados essencialmente por ácidos gordos poliinsaturados, alguns desses ácidos gordos trazem muitos benefícios para a nossa saúde, como o ómega-3 e ómega-6, mas estes são facilmente oxidados (óleo rançoso) pelo calor ou pela luz do sol o que pode piorar a ocorrência de radicais livres e aumento do mau colesterol  (LDL).

O azeite é rico em vitamina E e em ácidos gordos monoinsaturados (como o ácido oleico) e pobre em saturados, o que favorece o controle do colesterol, equilibrando o colesterol "mau" (LDL) e aumentando o "bom" (HDL). Também fornece os ácidos gordos poliinsaturados essenciais, que o organismo humano não pode sintetizar, além de antioxidantes, como os polifenóis, capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. Os seus benefícios , entre outros, também se fazem sentir ao nível da protecção das mucosas do estômago e intestino.

A qualidade do azeite, avalia-se pelo seu grau de acidez: quanto menor for, maior é a pureza. O extravirgem é o mais puro dos azeites, sendo que o seu grau de acidez não ultrapassa 1% para cada 100 ml. O tipo virgem chega a 2%, e os com grau de acidez maior que 2% passaram por mais etapas de processamento durante a sua elaboração. 
A procura de um bom azeite, também, passa pelo tipo de embalagem onde está contido, que deverá ser de vidro e de cor escura.

No entanto, quase todas as gorduras quando expostas a altas temperaturas sofrem oxidação. Portanto, o azeite pode perder as suas propriedades se for aquecido a temperaturas elevadas, devendo consumi--lo no fim das preparações, cru.

óleo de coco não perde as suas características nutricionais, quando submetido a altas temperaturas, sendo considerado a gordura mais saudável para cozinhar (a minha preferida), não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal.
Mas o óleo de coco deve ser puro, e uma forma de o saber, é que acima dos 25º torna-se sólido.
Este é um óleo totalmente natural, de origem estritamente vegetal e extraído por prensagem a frio, o que garante que os nutrientes não sejam perdidos nem transformados em gorduras prejudiciais à saúde.

O óleo de coco é um auxiliar na eliminação de peso, redução do colesterol, inibidor do apetite, antioxidante e prevenção de doenças cardiovasculares.

Outros óleos como o de noz, gergelim, linhaça e avelã, têm um excelente sabor e bastantes benefícios nutricionais, mas assim como o azeite devem ser consumidos crus.

Consumir os óleos vegetais de forma saudável (e de preferência biológicos) é uma maneira de fornecer ao corpo energia, regular o metabolismo, transportar vitaminas para dentro das células e ajudar no funcionamento do intestino. 

No entanto, como tudo, o equilíbrio está na moderação.


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